quinta-feira, 17 de abril de 2014

DAS QUE...

Das que nunca me beijaram
Das que nunca beijei
Das que nunca me abraçaram
Das que nunca abracei.

Nem tantas são as que me amaram
Nem tantas foram as que amei

Porém as que me contraste
Das que jamais me beijaram
Das que jamais abracei
apenas tu nesta alma ficaste
Das que mais amei.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

INIMIGO QUASE MORTAL

Começou com uma simples brincadeira de bolinha de gude, apenas um ganhava, saltando altas gargalhadas mangando da cara do outro que já estava peidando de tanta raiva. Um dos garotos, que de fora observava toda trama. Resolveu jogar mais lenha na fogueira.
Abaixou fazendo dois riscos no chão dizendo:
- Esta aqui é a sua mãe e esta é a dele. A mãe de quem apagar primeiro morre. Quero ver quem vai apagar a de quem?
Paramos em frente um do outro esperando para ver quem seria o primeiro engraçadinho a tomar decisão. Ficamos ali imóveis por alguns minutos, olhando fundo no olho do outro eufórico para entrarem aos tapas.
- Vai apaga você, se tem coragem.
Não deu nem tempo de fechar a boca e um dos garotos tomando a decisão já passava o pé apagando o risco que seria a mãe do outro. Ambos saíram correndo um atrás do outro, alcançando foi aquele alvoroço até chegar às mães, com um chicote para bater nos dois.


CONSERTANDO O CASAMENTO

João Macarrão, casado com a filha de dona Ana Araujo, certa vez envolveu com uma moça mesmo sendo ele casado há quatro anos, uma moça muito mais jovem que a sua atual esposa, mais bela e acima de tudo carinhosa. Tudo começou por trocas de torpedos via celular, a cada instante um novo aviso, uma nova mensagem. Com o passar dos dias isso foi tornando cada vez mais constante e quando não acontecia o deixava bastante ansioso, então ele mesmo dava um jeito de enviar um torpedo para ela.

Seu relacionamento não andava bem e estava passando por algumas crises naquele exato momento, crise que qualquer casal passa, mas para ele estava sendo uma barra pesada e de certa maneiro isso o afetava muito e o deixava em duvida em quanto o seu casamento, a duvida não é uma coisa boa. Então João marcou um encontro com aquela jovem.

Por fim se encontraram as escondidas tomando todo cuidado possível, conforme haviam planejados. Trocaram uns bons amasso uma coisa de louco. O pior é que ele estava gostando de tudo aquilo, seus olhos brilhavam e ambos suavam muito. Ficaram ali por algumas horas abraçadas, trocando beijos e conversando de como seria as suas vidas daquele momento em diante. Ele, um rapaz casado o que ela já sabia perfeitamente deixando que um sentimento passageiro o domasse invadindo seu intimo. Despediram-se com um sorriso escancarado no rosto e com a idéia fixa de se encontrarem novamente.

Ao chegar à primeira esquina seu celular toca, era a esposa indagando-o por onde havia andado, João sentiu um tremendo aperto no coração, uma onda de arrependimento invadir seu coração e o peso da consciência. No mesmo momento pegou o celular e envia um torpedo para sua futura “amante” dizendo que estava agindo errado indo de desencontro aos ensinamentos de Deus que não queria mais vê-la daquele momento em diante iria honra seu juramento diante o altar com a sua mulher, sendo assim não iria mais levar isso adiante que tudo deveria ser terminado, seria bom isso acontecer agora, pois mais na frente se continuasse levando isso adiante poderia sair um dos dois machucados. Ainda havia tempo de corrigir seus erros em relação ao seu relacionamento, havia cometido muitos erros, afinal ao casar fez uma promessa de viver unido na alegria, na dor e na tristeza. 

Que ele apenas aprendera a viver com a felicidade e com a alegria, esquecera de está presente no momento de dor e de tristeza quando sua esposa mais precisava. 


O BACULEJO

Mauricio e Antonio, dois bóias-frias, terminaram o trabalho e foram para a beira da estrada esperar o carro que os levaria de volta à cidade. No ponto de encontro, encontraram outros colegas de profissão. Jogaram suas bolsas no chão e sentaram em cima delas, ansiosos para que o tempo passasse mais rápido. De vez em quando, um deles se levantava para esticar as pernas.
 
De longe, perceberam que estavam sendo observados por um policial militar. Olhavam de relance, desviando o olhar para que o policial não notasse. Comentaram entre si, tranquilizando-se, pois não eram bandidos e não tinham motivo para ter medo.
 
O policial entrou na base e a tranquilidade voltou. De repente, quatro policiais fortemente armados saíram, parecendo prontos para enfrentar uma guerra. Todos ficaram aflitos, pois não estavam acostumados com aquela situação. Os policiais se aproximaram, mandando todos ficarem de pé e chamando-os de vagabundos e outros insultos. Um senhor e uma senhora, acompanhados de suas crianças, que também estavam ali, levantaram-se, mas os policiais pediram para que se sentassem, pois não era com eles.
 
Os policiais exigiram que abríssemos as mochilas, nos tratando como suspeitos. Claro que éramos suspeitos, estávamos todos sujos e carregávamos mochilas velhas. Não adiantou dizer que éramos cidadãos, que estávamos trabalhando e que apenas esperávamos o carro que nos levaria de volta para casa. Abrimos as mochilas, revelando apenas roupas sujas. Mostramos nossos documentos e o dinheiro que tínhamos ganhado. Eles nos interrogaram sobre o dinheiro, questionando como o tínhamos conseguido.
 
Procuraram por registros policiais, os quais nunca tivemos. Enfim, o ônibus chegou e estávamos ali, ainda sendo abordados. O motorista parou, esperando por nós e nos pressionando a entrar: 'Vamos, senão irei deixar vocês aqui'. Pedimos aos policiais, com todo o desespero, que nos deixassem ir embora, implorando pelo amor de Deus, explicando que não éramos vagabundos nem traficantes. Eles sorriram e nos liberaram.
 

O BOTECO DA JAQUEIRA

Meu avô sempre foi um homem respeitado na cidade por conta de ser o único fotografo e um grande comprador de diamantes, um senhor baixo e troncudo. Um dia passando pela Rua da Jaqueira juntamente com um amigo jogando conversa fora. Meu avô gostava de tomar uma cachacinha.

Então ambos entram em um boteco, aproximando do balcão pede duas pingas, o que foram logo atendidos, porem à senhora coloca as pingas em um copo shot, esses copos de dose com o fundo grosso, meu avô não gostava de beber nele. Pediu desculpa a dona dizendo que não iria beber, explicando o motivo.

O marido dela observava tudo atentamente e achou aquilo um afronte saindo logo de encontro ao meu avô com uma peixeira nas mãos para dá nele. Vovô se esquivou pegando no pescoço do homem e erguendo-o, segurou firme até o sujeito soltar a peixeira no chão, enquanto isso a mulher já vinha pelo outro lado com um porrete e com um simples movimento também pegou seu pescoço agarrado, pondo os dois no ar.

O homem em total desespero já colocava quase um palmo de língua para fora e a mulher se batia feito um pássaro em uma arapuca. 
- Solte esses dois João. Vamos embora, daqui a pouco a policia chega ai.

Meu avô soltou os dois, que caíram recuperando o fôlego em quando ambos saiam tranquilamente daquele boteco com se nada estivesse acontecido. Meu avô ainda saiu assobiado.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

livro

Meu nome: Maria Raquel de Oliveira dos Santos. Tenho hoje vinte e sete anos. Sou viciada em drogas desde os meus treze anos, quando meu tio descobriu que eu era uma viciada, tentou me internar em uma clinica de recuperação, fiquei por lá uns trinta dias depois fugir, virei moradora de rua, quando fiz dezessete anos um amigo meu me apresentou ao crack. Bem para que vocês possa entender acho melhor ir do inicio.
Eu morava no interior, comecei a fumar cigarros com os meus amigos do colégio quando tinha treze anos na quinta serie. Fumávamos escondido para que nosso pai não descobrisse, chupávamos bastantes balas e quando chagássemos em casa escovávamos bastante os dentes para que nossos pais não percebessem o cheiro.
Esteve um dia que saímos para acampar, lembro-me que um amigo chamado Rick levou um litro de conhaque e um maço todo enrolado com papel alumínio, ele disse que era maconha. Eu senti meu coração acelerar, pois já havia ouvido muita coisa ruim sobre a maconha. Mas quando senti aquele cheiro, acendi um cigarro para não ficar de fora, deu uma colada no conhaque e eles me ofereceram, eu não aceitei logo de inicio. Daí ficaram me chamados de careta, e foi à maior gozação. Decidi então experimentar, nossa foi uma viajem massa!
Fumei maconha e daquele dia em diante nunca mais parei, mas achava que não iria torna-me uma viciada. Como estudava no período matutino comecei a filar a ultima aula para ir fumar maconha com a turma, minhas notas começaram a cair e quando me dei conta o ano havia terminado, e acabei repetido de serie.
Nem liguei para nada, pois no ano seguinte recuperaria. Bem não foi bem assim, repeti a 5° serie por mais três anos seguidos, ate desisti de vez dos estudos, foi apresentado à cocaína com dezessete anos e no mesmo ano o crack, no inicio fumávamos junto com a maconha, depois passamos a usar apenas o crack, fazia uma viagem impressionante, esquecia de todo os meus problemas nesta época eu já havia me tornado uma moradora de rua. Voava em uns lugares distantes, flutuava me sentia leve como pluma. Às vezes parecia que estava chegando ao orgasmo, não era algo melhor que isso. Pena que este efeito durava pouco tempo e para continuar esta viagem precisava continuar usando a droga.
Já roubei, já fiz sexo com pessoas do mesmo sexo só para consegui a dinheiro para compra a droga. Esteve uma vez que fui tentar assaltar um cara, quando consegui pegar a carteira dele e me virei para fugir, levei um tiro nas costas e fiquei lá caída no chão sentindo meu sangue correndo entre meus dedos, sentia um frio profundo. Passou em minha frente em fração de segundo toda a minha vida, pensei que iria morre ali como indigente. Sem pai sem mãe longe de casa. Ouvir as sirenes.... acho que havia desmaiado e quando acordei estava no hospital, fiquei por uns trinta a trinta e cinco dias. Os primeiro dias foram os piores, sentia fortes dores de cabeça, um aperto profundo no coração, contorcia todo meu corpo naquela maca. Foi o pior momento da minha vida. A bala atravessou a minha coluna. Tive que usar um colete por um ano e meio, mas graças a Deus consegui me recuperar, neste meio tempo meus amigos fugiram de mim, um primo meu me encontrou e me levou de volta para casa, descobri que tenho o AIDS, que mais cedo o mais tarde irei morrer.
Arrependo de tudo que fiz com a minha vida, não casei e com certeza não casarei mais, quem vai querer se casar com uma aidética? Não tive filho. Não consigo emprego e por onde passo as pessoas nem me complementam, já pensei ate em cometer suicídio, mas tenho medo de não ir para o céu. Tenho que enfrentar a vida que escolhi e morrer como todo mundo morrer um dia....






quarta-feira, 3 de julho de 2013

Raquel: Sexos, Drogas e Suas Consequências




I CAPITULO
Estou fazendo um esforço muito grande para poder começar a contar tudo isso para você...
Bom eu penso que minha vida foi um pouco complicada, minha mãe foi mãe solteira aos dezoito anos. Meu pai nunca me ajudou em nada e eu só o conheci por que quando eu tinha onze anos na quarta serie exigiram que pusessem o nome do pai na minha certidão. Então só por este motivo eu o conheci.
Voltando um pouco ao passado, quando eu tinha mais ou menos cinco anos, minha mãe engravidou da minha irmã Érica que nasceu prematura com sete meses, com isso minha mãe foi morar com o meu padrasto e levou-me para ir morar com eles.
As coisas não melhoram muito e sempre que eu cometia algum erro a minha mãe ficava do lado dele e nunca do meu. Depois da minha irmã ela teve gêmeos. Quanto eles já haviam crescidos um pouco, já me humilhavam de um jeito que eu nem parecia irmã deles. Mandava-me ir embora de casa quase todos os dias eu não podia fazer nada, não podia ter amigos e sempre que saia para brincar com as minhas amigas na volta eu apanhava muito. Ainda tinha que fazer as coisas dentro de casa; lavar roupas, fazer a comida, café, limpar a casa e olhar os meus irmãos para minha mãe buscar mangaba e caju. Quando ela chegava era eu quem tinha que ir vendar as mangabas e os cajus na rua. Não imagina a vergonha, passar na rua com balde na cabeça e todo mundo me olhando.
Meu padrasto me batia tanto que às vezes nem conseguia chorar, só soluçar. Batia em de bainha de facão, às vezes eu era acordada com uma surra e nem sabia o motivo por que estava apanhando, talvez estivesse dormindo um pouco mais. Apanhava de sinto, sandália, chicote, vara o que ele encontrava pela frente me batia, até na minha mãe ele batia. Eu era muito pequena e não podia fazer muita coisa. Lembro-me que teve um dia que ele chegou bêbado daí pegou minha mãe pelos cabelos deu um soco tão forte que ela caiu no meio da rua e quando ela levantou para correr, ele já esta em cima dela esmurrando-a. Se os vizinhos não o tiram ele iria matá-la eu chorava muito, mas não podia fazer nada era apenas uma criança.
Eu ainda tinha um problema muito serio e sempre fazia xixi na cama. Esteve um dia que ele pegou o colchão colocou em minha cabeça, começou a me bater da porta de casa até chegar ao rio. Lavei aquele colchão com um ódio tão grande que chegava dá um nó em minha garganta que engolia o cuspe com uma dor danada. Meu coração chorava junto comigo, meu corpo parecia que não iria para mais de tanto tremer. O pior é que a minha mãe viu tudo e não disse uma só palavra. 
Esteve um dia em que derrubei uma jarra no chão sem querer, ele pegou, falei que tinha sido sem querer. Ele nem quis saber, pegou a bainha de facão e me deu uma surra, fiquei roxa e toda cortada e cheia de dor. Chegou um dia em que não agüentando mais fui mostrar para minha avó.
Vovó se revoltou e levou-me para ir morar com ela, todas as noites eu chorava por que sempre achava que a minha mãe não me amava, via que ela tratava todos os meus irmãos com tanto carinho, mais nunca se lembrou de mim, sempre me rejeitando. Ela nunca se lembrava do meu aniversario e isso sempre me deixava mais triste, meu pai não lembrava que eu existia, nunca se importou em perguntar se eu estava bem ou mau nem nada.
Quando eu vim morar com a minha avó tudo melhorou, sempre amei a minha avó, ela é a minha mãe, meu pai, é tudo que mais preciso para viver.
Com o passar do tempo passei a lembrar do meu passado e quando ia dormir, sempre acordava no meio da noite com fortes pesadelos, acordava chorando. Comecei senti novamente um aperto danado em meu coração. Algo estranho se apoderou de mim e dizia que era para eu acabar com a minha vida, dizia que era a única saída de acabar com o meu sofrimento era o suicido.  
Fui pega minha prima na escola daí passei no supermercado da praça para comprar o veneno, comprei Raticida ao qual paguei dois reais.
Antes li todas as instruções, vi que era muito perigoso, chorei bastante neste dia. Acabei escrevendo uma mensagem que tenho ate hoje guardada em meu caderno. Ficava pensando na minha família, nos meus amigos. Tomei banho me arrumei todinha para ir ao Colégio. Então, tomei o veneno e joguei o copo fora para ninguém dos meus familiares tocarem.
Fui para o colégio normalmente como se não estivesse acontecendo nada, cheguei sem falar com ninguém, neste dia sentei em uma cadeira no canto direito da sala. Abri meu caderno, encostei a cabeça na parede. Derrepente comecei senti mal. Fiquei mais desesperada ainda quando minhas amigas ficaram sabendo e começaram a passarem mal também, por minha culpa. Logo a noticia se espalhou e o colégio inteira já sabia da noticia. Vinham todos para cima de mim perguntando o porquê eu havia feito aquilo? Isso só piorou minha situação. Comecei a ficar inchada, meu corpo ficou vermelho, minha boca começou a sagrar. Levaram-me ao hospital, cheguei lá desmaiada.  Quando acordei estavam fazendo lavagem estomacal em mim. Nossa era muito ruim e doía muito. Fiquei uma semana internada.
Quando fui para casa e saia na rua todo mundo fica me olhando e fazendo chacota da minha cara, ficam me vendo como se eu fosse de outro mundo. Então pude perceber quem era meus amigos de verdade neste momento.
Comecei a fazer tratamentos com a psicóloga e a psiquiatra, pois delirava muito e achar que todas as pessoas que tentavam suicidar como eu depois de mortas vinham falar comigo, para mim era real, mas a psicóloga e a psiquiatra disseram-me que tudo aquilo era coisa da minha mente. Comecei a tomar remédios para consegui dormi e para me controlar quando começasse a delirar e a ficar nervosa, caso contrario quebrava tudo em minha frente.
Tomei remédios durante um ano. Parei, mesmo assim ainda hoje sinto dores fortes no estomago às vezes no coração, sinto pontadas na cabeça tão fortes que choro, tenho também sintomas de gastrite.
Se eu pudesse voltar ao tempo e arrumar tudo eu juro que não teria feito isso, tenho certeza que todos que já tentaram isso no mundo e não estiveram êxito se arrependeram tanto quanto eu.
Não gosto de ficar relembrando desta historia, por que é sofre duas vezes. Sinto  muita dor de cabeça.  

quinta-feira, 27 de junho de 2013

APRESENTAÇÃO

Em Ainda Bem Sociedade, falo com o coração não são meras palavras são sentimentos transcritos ao papel com amor, carinho e ódio. Ódio este preso em minha garganta aliviada aqui. Sentimento que o leito entendera ao entrar em contato com este livro. Talvez não seja uma obra prima, mas seus ensinamentos poderão servi-los como aprendizagem.
Estou ciente que não mudarei o mundo, esta também não é a minha ideia  Sou uma minúscula partícula quando o assunto é mundo. O tempo é o senhor da das coisas, dá ao cidadão conhecimento e esperança. O tempo operou em favor de grandes homens que viveram no passado e ainda hoje aprendemos com os mesmo. Não é que a nossa sociedade não evoluiu, não é isso. Nossos governantes são os que ainda pensam e governam como se estivéssemos vivenciando épocas passadas. O futuro renovou trazendo consigo pessoas livres de mãos e pensamentos. Indagamos, sugerimos e corremos atrás de condições humanas melhores.
Nossa raça. Tão inteligente. Por intermédio da ganância subestimam o semelhante o poder subiu suas mentes. Maldito seja o capitalismo. Maldito seja o homem por não saber liderar! Já esperei de mais confiei de mais. Meus antepassados sofreram e ainda hoje trago como herança marcas de chibatadas. A princesa Izabel deu-me alforria, liberdade sem terras para cultivar. Não nos deram perspectiva de vida alguma, como sobrevivi até então? De cotas. De apenas cotas...