sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Capítulo I

Após quase 2 anos sem postar, hoje resolvi por o Capitulo I do meu mais novo trabalho. Aguardo os comentário.
Um forte abraço do seu amigo, José Leopoldo

Capítulo I

A caçada, o leão, o desespero e o couro do cervo. Pai e tios ajudem-me.


Meu intuito era escreve um livro, criando as estórias com total veracidade, mas as palavras faltavam no meu curto vocabulário, foi ai então que conheci seu Astróncio que gosta de ser chamado carinhosamente de Capital Astróncio Olho de Vidro. Tal acunha ganhou de seus amigos devido um acidente que sofrerá na flor da juventude quando saiu em uma caçada com seu pai e mais dois tios. Capital Astróncio Olho de Vidro que ainda não era assim conhecido acabou se perdendo da turma floresta adentro, bem acho melhor deixar ele mesmo contar para você as peripécias vivenciadas por ele, assim não esquece os detalhes aos quais lhe peço que tenha bastante atenção.
“Pronto, deixa comigo, embaixo de uma enorme sobra de uma samaúna com quase 500 anos, estava eu abobalhado com a imensidão daquela arvore, olhando para cima de tal maneira que meu pescoço doía, levei a mãos atrás de minha cabeça cruzando-as por entre os dedos, buscando uma forma de relaxar, foi quando percebi que os demais companheiros de caçada não estavam ali, não vou menti senti certo medo que demorou menos que um minuto. Sentei à sombra, ao levantar a cabeça avistei um enorme leão, daí então o desespero se apoderou de mim, aquele enorme animal vindo velozmente em minha direção, na minha espingarda um único tiro, não poderia erra, minhas pernas tremia, minha alma se pudesse sairia correndo do meu corpo para se esconder (para falar a verdade ela até que tentou, mas fui rápido o bastante para puxá-la de volta ao meu corpo) nesse meio tempo apertei o gatilho errando o meu único tiro – vale lembra que atirei sem querer por impulso do medo – que tinha, não havia outra saída pensei rapidamente tirando o facão da cintura e cortei um feixe de madeira e com os cadarços dos meus sapados fiz como em um fechar de olhos uma arapuca e quando o leão se aproximará a uma distancia de poucos metros lancei sobre ele que ficou preso se debatendo lá dentro, tomado pelo impulso de sublime coragem tirei minha machadinha das costas e com um único golpe certeiro decepei a cabeça do corpo deste animal que antes de se entregar inteiramente a morte acertou-me o lho direito lançando-o fora da minha face. Quando levei a mão ao resto procurando estancar o rio de sangue de descia, (acredito ter perdido entre 20 a 30 litros de sangue, que se fosse uma pessoa normal certamente haveria entrado em óbito já que possui em média 4 a 6 litros) avistei um enorme cervo pronto a atacar-me, quando já ia me chifrar, virei de lado e o animal cravou seus chifres na samaúna e fica esperneando, aproveitando os cadarços dos quais fiz a arapuca amarro os pés do animal e usando da minha inteligência faço um corte na samaúna de maneira a furar de um lado ao outro (vale lembra que esta arvores deveria ter uns 50 metros de diâmetro e que esta ação me tomou bastante tempo), solto os pés do cervo de dou nele de chicote forçando passar por dentro do buraco que abri na arvore de uma forma que o animal passa e seu couro fica.
Após o acontecido meu pai chega com os meus tios apenas para ajudar-me a carrega o leão e o couro do cervo.
Por conta deste terrível acidente fui forçado a usar um olho de vidro.

4 comentários:

Anônimo disse...

Parabéns. Você tem futuro, siga em frente e acredite em você, teu potencial é grande e Deus te guiará sempre. Isso ai. Sucessos!

Arlete Neves disse...

Parabéns, meu querido!!Aguardando o próximo "causo".Bela iniciativa,sucesso.

Unknown disse...

Parabéns!Amei. Que Deus continue lhe abençoando.

José Leopoldo Torres de Albuquerque Filho disse...

Obrigado, fico muito feliz por vcs terem gostado