Após quase 2 anos sem postar, hoje resolvi por o Capitulo I do meu mais novo trabalho. Aguardo os comentário.
Um forte abraço do seu amigo, José Leopoldo
Capítulo I
A caçada, o leão, o
desespero e o couro do cervo. Pai e tios ajudem-me.
Meu intuito era escreve um livro,
criando as estórias com total veracidade, mas as palavras faltavam no meu curto
vocabulário, foi ai então que conheci seu Astróncio que gosta de ser chamado
carinhosamente de Capital Astróncio Olho de Vidro. Tal acunha ganhou de seus
amigos devido um acidente que sofrerá na flor da juventude quando saiu em uma
caçada com seu pai e mais dois tios. Capital Astróncio Olho de Vidro que ainda
não era assim conhecido acabou se perdendo da turma floresta adentro, bem acho
melhor deixar ele mesmo contar para você as peripécias vivenciadas por ele,
assim não esquece os detalhes aos quais lhe peço que tenha bastante atenção.
“Pronto, deixa comigo, embaixo de
uma enorme sobra de uma samaúna com quase 500 anos, estava eu abobalhado com a
imensidão daquela arvore, olhando para cima de tal maneira que meu pescoço
doía, levei a mãos atrás de minha cabeça cruzando-as por entre os dedos, buscando
uma forma de relaxar, foi quando percebi que os demais companheiros de caçada
não estavam ali, não vou menti senti certo medo que demorou menos que um
minuto. Sentei à sombra, ao levantar a cabeça avistei um enorme leão, daí então
o desespero se apoderou de mim, aquele enorme animal vindo velozmente em minha
direção, na minha espingarda um único tiro, não poderia erra, minhas pernas tremia,
minha alma se pudesse sairia correndo do meu corpo para se esconder (para falar
a verdade ela até que tentou, mas fui rápido o bastante para puxá-la de volta ao
meu corpo) nesse meio tempo apertei o gatilho errando o meu único tiro – vale
lembra que atirei sem querer por impulso do medo – que tinha, não havia outra
saída pensei rapidamente tirando o facão da cintura e cortei um feixe de
madeira e com os cadarços dos meus sapados fiz como em um fechar de olhos uma
arapuca e quando o leão se aproximará a uma distancia de poucos metros lancei sobre
ele que ficou preso se debatendo lá dentro, tomado pelo impulso de sublime
coragem tirei minha machadinha das costas e com um único golpe certeiro decepei
a cabeça do corpo deste animal que antes de se entregar inteiramente a morte
acertou-me o lho direito lançando-o fora da minha face. Quando levei a mão ao
resto procurando estancar o rio de sangue de descia, (acredito ter perdido
entre 20 a 30 litros de sangue, que se fosse uma pessoa normal certamente
haveria entrado em óbito já que possui em média 4 a 6 litros) avistei um enorme
cervo pronto a atacar-me, quando já ia me chifrar, virei de lado e o animal
cravou seus chifres na samaúna e fica esperneando, aproveitando os cadarços dos
quais fiz a arapuca amarro os pés do animal e usando da minha inteligência faço
um corte na samaúna de maneira a furar de um lado ao outro (vale lembra que esta
arvores deveria ter uns 50 metros de diâmetro e que esta ação me tomou bastante
tempo), solto os pés do cervo de dou nele de chicote forçando passar por dentro
do buraco que abri na arvore de uma forma que o animal passa e seu couro fica.
Após o acontecido meu pai chega com os meus tios apenas para ajudar-me a carrega o leão e o couro do cervo.
Após o acontecido meu pai chega com os meus tios apenas para ajudar-me a carrega o leão e o couro do cervo.
Por conta deste terrível acidente
fui forçado a usar um olho de vidro.
4 comentários:
Parabéns. Você tem futuro, siga em frente e acredite em você, teu potencial é grande e Deus te guiará sempre. Isso ai. Sucessos!
Parabéns, meu querido!!Aguardando o próximo "causo".Bela iniciativa,sucesso.
Parabéns!Amei. Que Deus continue lhe abençoando.
Obrigado, fico muito feliz por vcs terem gostado
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