segunda-feira, 5 de agosto de 2013

livro

Meu nome: Maria Raquel de Oliveira dos Santos. Tenho hoje vinte e sete anos. Sou viciada em drogas desde os meus treze anos, quando meu tio descobriu que eu era uma viciada, tentou me internar em uma clinica de recuperação, fiquei por lá uns trinta dias depois fugir, virei moradora de rua, quando fiz dezessete anos um amigo meu me apresentou ao crack. Bem para que vocês possa entender acho melhor ir do inicio.
Eu morava no interior, comecei a fumar cigarros com os meus amigos do colégio quando tinha treze anos na quinta serie. Fumávamos escondido para que nosso pai não descobrisse, chupávamos bastantes balas e quando chagássemos em casa escovávamos bastante os dentes para que nossos pais não percebessem o cheiro.
Esteve um dia que saímos para acampar, lembro-me que um amigo chamado Rick levou um litro de conhaque e um maço todo enrolado com papel alumínio, ele disse que era maconha. Eu senti meu coração acelerar, pois já havia ouvido muita coisa ruim sobre a maconha. Mas quando senti aquele cheiro, acendi um cigarro para não ficar de fora, deu uma colada no conhaque e eles me ofereceram, eu não aceitei logo de inicio. Daí ficaram me chamados de careta, e foi à maior gozação. Decidi então experimentar, nossa foi uma viajem massa!
Fumei maconha e daquele dia em diante nunca mais parei, mas achava que não iria torna-me uma viciada. Como estudava no período matutino comecei a filar a ultima aula para ir fumar maconha com a turma, minhas notas começaram a cair e quando me dei conta o ano havia terminado, e acabei repetido de serie.
Nem liguei para nada, pois no ano seguinte recuperaria. Bem não foi bem assim, repeti a 5° serie por mais três anos seguidos, ate desisti de vez dos estudos, foi apresentado à cocaína com dezessete anos e no mesmo ano o crack, no inicio fumávamos junto com a maconha, depois passamos a usar apenas o crack, fazia uma viagem impressionante, esquecia de todo os meus problemas nesta época eu já havia me tornado uma moradora de rua. Voava em uns lugares distantes, flutuava me sentia leve como pluma. Às vezes parecia que estava chegando ao orgasmo, não era algo melhor que isso. Pena que este efeito durava pouco tempo e para continuar esta viagem precisava continuar usando a droga.
Já roubei, já fiz sexo com pessoas do mesmo sexo só para consegui a dinheiro para compra a droga. Esteve uma vez que fui tentar assaltar um cara, quando consegui pegar a carteira dele e me virei para fugir, levei um tiro nas costas e fiquei lá caída no chão sentindo meu sangue correndo entre meus dedos, sentia um frio profundo. Passou em minha frente em fração de segundo toda a minha vida, pensei que iria morre ali como indigente. Sem pai sem mãe longe de casa. Ouvir as sirenes.... acho que havia desmaiado e quando acordei estava no hospital, fiquei por uns trinta a trinta e cinco dias. Os primeiro dias foram os piores, sentia fortes dores de cabeça, um aperto profundo no coração, contorcia todo meu corpo naquela maca. Foi o pior momento da minha vida. A bala atravessou a minha coluna. Tive que usar um colete por um ano e meio, mas graças a Deus consegui me recuperar, neste meio tempo meus amigos fugiram de mim, um primo meu me encontrou e me levou de volta para casa, descobri que tenho o AIDS, que mais cedo o mais tarde irei morrer.
Arrependo de tudo que fiz com a minha vida, não casei e com certeza não casarei mais, quem vai querer se casar com uma aidética? Não tive filho. Não consigo emprego e por onde passo as pessoas nem me complementam, já pensei ate em cometer suicídio, mas tenho medo de não ir para o céu. Tenho que enfrentar a vida que escolhi e morrer como todo mundo morrer um dia....






quarta-feira, 3 de julho de 2013

Raquel: Sexos, Drogas e Suas Consequências




I CAPITULO
Estou fazendo um esforço muito grande para poder começar a contar tudo isso para você...
Bom eu penso que minha vida foi um pouco complicada, minha mãe foi mãe solteira aos dezoito anos. Meu pai nunca me ajudou em nada e eu só o conheci por que quando eu tinha onze anos na quarta serie exigiram que pusessem o nome do pai na minha certidão. Então só por este motivo eu o conheci.
Voltando um pouco ao passado, quando eu tinha mais ou menos cinco anos, minha mãe engravidou da minha irmã Érica que nasceu prematura com sete meses, com isso minha mãe foi morar com o meu padrasto e levou-me para ir morar com eles.
As coisas não melhoram muito e sempre que eu cometia algum erro a minha mãe ficava do lado dele e nunca do meu. Depois da minha irmã ela teve gêmeos. Quanto eles já haviam crescidos um pouco, já me humilhavam de um jeito que eu nem parecia irmã deles. Mandava-me ir embora de casa quase todos os dias eu não podia fazer nada, não podia ter amigos e sempre que saia para brincar com as minhas amigas na volta eu apanhava muito. Ainda tinha que fazer as coisas dentro de casa; lavar roupas, fazer a comida, café, limpar a casa e olhar os meus irmãos para minha mãe buscar mangaba e caju. Quando ela chegava era eu quem tinha que ir vendar as mangabas e os cajus na rua. Não imagina a vergonha, passar na rua com balde na cabeça e todo mundo me olhando.
Meu padrasto me batia tanto que às vezes nem conseguia chorar, só soluçar. Batia em de bainha de facão, às vezes eu era acordada com uma surra e nem sabia o motivo por que estava apanhando, talvez estivesse dormindo um pouco mais. Apanhava de sinto, sandália, chicote, vara o que ele encontrava pela frente me batia, até na minha mãe ele batia. Eu era muito pequena e não podia fazer muita coisa. Lembro-me que teve um dia que ele chegou bêbado daí pegou minha mãe pelos cabelos deu um soco tão forte que ela caiu no meio da rua e quando ela levantou para correr, ele já esta em cima dela esmurrando-a. Se os vizinhos não o tiram ele iria matá-la eu chorava muito, mas não podia fazer nada era apenas uma criança.
Eu ainda tinha um problema muito serio e sempre fazia xixi na cama. Esteve um dia que ele pegou o colchão colocou em minha cabeça, começou a me bater da porta de casa até chegar ao rio. Lavei aquele colchão com um ódio tão grande que chegava dá um nó em minha garganta que engolia o cuspe com uma dor danada. Meu coração chorava junto comigo, meu corpo parecia que não iria para mais de tanto tremer. O pior é que a minha mãe viu tudo e não disse uma só palavra. 
Esteve um dia em que derrubei uma jarra no chão sem querer, ele pegou, falei que tinha sido sem querer. Ele nem quis saber, pegou a bainha de facão e me deu uma surra, fiquei roxa e toda cortada e cheia de dor. Chegou um dia em que não agüentando mais fui mostrar para minha avó.
Vovó se revoltou e levou-me para ir morar com ela, todas as noites eu chorava por que sempre achava que a minha mãe não me amava, via que ela tratava todos os meus irmãos com tanto carinho, mais nunca se lembrou de mim, sempre me rejeitando. Ela nunca se lembrava do meu aniversario e isso sempre me deixava mais triste, meu pai não lembrava que eu existia, nunca se importou em perguntar se eu estava bem ou mau nem nada.
Quando eu vim morar com a minha avó tudo melhorou, sempre amei a minha avó, ela é a minha mãe, meu pai, é tudo que mais preciso para viver.
Com o passar do tempo passei a lembrar do meu passado e quando ia dormir, sempre acordava no meio da noite com fortes pesadelos, acordava chorando. Comecei senti novamente um aperto danado em meu coração. Algo estranho se apoderou de mim e dizia que era para eu acabar com a minha vida, dizia que era a única saída de acabar com o meu sofrimento era o suicido.  
Fui pega minha prima na escola daí passei no supermercado da praça para comprar o veneno, comprei Raticida ao qual paguei dois reais.
Antes li todas as instruções, vi que era muito perigoso, chorei bastante neste dia. Acabei escrevendo uma mensagem que tenho ate hoje guardada em meu caderno. Ficava pensando na minha família, nos meus amigos. Tomei banho me arrumei todinha para ir ao Colégio. Então, tomei o veneno e joguei o copo fora para ninguém dos meus familiares tocarem.
Fui para o colégio normalmente como se não estivesse acontecendo nada, cheguei sem falar com ninguém, neste dia sentei em uma cadeira no canto direito da sala. Abri meu caderno, encostei a cabeça na parede. Derrepente comecei senti mal. Fiquei mais desesperada ainda quando minhas amigas ficaram sabendo e começaram a passarem mal também, por minha culpa. Logo a noticia se espalhou e o colégio inteira já sabia da noticia. Vinham todos para cima de mim perguntando o porquê eu havia feito aquilo? Isso só piorou minha situação. Comecei a ficar inchada, meu corpo ficou vermelho, minha boca começou a sagrar. Levaram-me ao hospital, cheguei lá desmaiada.  Quando acordei estavam fazendo lavagem estomacal em mim. Nossa era muito ruim e doía muito. Fiquei uma semana internada.
Quando fui para casa e saia na rua todo mundo fica me olhando e fazendo chacota da minha cara, ficam me vendo como se eu fosse de outro mundo. Então pude perceber quem era meus amigos de verdade neste momento.
Comecei a fazer tratamentos com a psicóloga e a psiquiatra, pois delirava muito e achar que todas as pessoas que tentavam suicidar como eu depois de mortas vinham falar comigo, para mim era real, mas a psicóloga e a psiquiatra disseram-me que tudo aquilo era coisa da minha mente. Comecei a tomar remédios para consegui dormi e para me controlar quando começasse a delirar e a ficar nervosa, caso contrario quebrava tudo em minha frente.
Tomei remédios durante um ano. Parei, mesmo assim ainda hoje sinto dores fortes no estomago às vezes no coração, sinto pontadas na cabeça tão fortes que choro, tenho também sintomas de gastrite.
Se eu pudesse voltar ao tempo e arrumar tudo eu juro que não teria feito isso, tenho certeza que todos que já tentaram isso no mundo e não estiveram êxito se arrependeram tanto quanto eu.
Não gosto de ficar relembrando desta historia, por que é sofre duas vezes. Sinto  muita dor de cabeça.  

quinta-feira, 27 de junho de 2013

APRESENTAÇÃO

Em Ainda Bem Sociedade, falo com o coração não são meras palavras são sentimentos transcritos ao papel com amor, carinho e ódio. Ódio este preso em minha garganta aliviada aqui. Sentimento que o leito entendera ao entrar em contato com este livro. Talvez não seja uma obra prima, mas seus ensinamentos poderão servi-los como aprendizagem.
Estou ciente que não mudarei o mundo, esta também não é a minha ideia  Sou uma minúscula partícula quando o assunto é mundo. O tempo é o senhor da das coisas, dá ao cidadão conhecimento e esperança. O tempo operou em favor de grandes homens que viveram no passado e ainda hoje aprendemos com os mesmo. Não é que a nossa sociedade não evoluiu, não é isso. Nossos governantes são os que ainda pensam e governam como se estivéssemos vivenciando épocas passadas. O futuro renovou trazendo consigo pessoas livres de mãos e pensamentos. Indagamos, sugerimos e corremos atrás de condições humanas melhores.
Nossa raça. Tão inteligente. Por intermédio da ganância subestimam o semelhante o poder subiu suas mentes. Maldito seja o capitalismo. Maldito seja o homem por não saber liderar! Já esperei de mais confiei de mais. Meus antepassados sofreram e ainda hoje trago como herança marcas de chibatadas. A princesa Izabel deu-me alforria, liberdade sem terras para cultivar. Não nos deram perspectiva de vida alguma, como sobrevivi até então? De cotas. De apenas cotas...


domingo, 16 de junho de 2013

Texto Extraído do Livro Ainda Bem Sociedade (José Leopoldo)

O homem não se diz ser o inteligente? Ser o ser pensante? Demonstramo-nos incompetentes incapazes de governarmos a própria espécie, no final seremos meros culpados por tudo isso, pelo desgaste ao qual estamos sendo forçados a passarmos. Somos incríveis no tema de governarmos uns aos outros, almejamos sempre o poder e nesta busca incansável fazemos do nosso semelhante degrau e a cada novo passa decidimos que o passado não nos tem a mínima importância, o que será do futuro da nossa comunidade, da nossa nação? Somos seres incríveis por sermos considerados a espécie inteligentes do planeta e muitas vezes agirmos como a pior, não sabemos o que fazemos neste mundo por quais motivos estamos aqui, nem o que viermos fazer, com certeza nunca entenderemos, não me basta chorar mesmo quanto tudo parece claro, estamos procurando um meio de acabarmos com a nossa espécie como se isso fosse à solução, talvez serenos injustos com nosso semelhante nesta busca infligimos as leis naturais, somos homens incompetentes querendo cuidar do futuro que esta em nossas mãos vivenciamos tudo isso sem nos preocupar com quem esteve aqui antes de nós e com quem virá depois. Talvez não nos convidaram, por isso esta intenção de acabarmos com a festa a qual somos apenas meros invasores com o intuito de destruirmos tudo. Por varias vezes tivemos oportunidade de mudar, mas sempre ignoramos a situação em que vivem a maior parte da população, temos sido os principais culpados e ainda assim aceitamos tudo calado.
Destruindo e aniquilando o nosso semelhante e pensando em estarmos fazendo a coisa certa, nossa consciência se diz esta limpa, onde a ambição se faz presente alimentando a idéia de que precisamos ser melhor e nada fazermos para alcançarmos isso, já que o mundo é nosso, ou será de todos nós? Lembre-se que não somos o dono do mundo e que algum dia tudo isso será cobrado e, talvez não tenhamos de fazermos nada, absolutamente nada para salvarmos nossa nação e talvez para salvarmos a nós mesmo.
Somos a espécie ameaçada, estamos encurralados, estamos destruindo a nós mesmo de forma muito rápida, já não há mais amor entre os seres humanos, já não há. Não nos resta nada a fazermos e apesar de tudo continuamos a nos fraquejar a romper à corrente, desunido seremos frágeis e é isso que nossos governantes querem, não deveremos então abrir os nossos olhos? Vamos continuarmos com esta venda em nossos olhos? Veja que ponto chegou.
Somos a única espécie pensante, mas será que estamos pensando mesmo? Estamos destruindo a nossa espécie, nosso semelhante, talvez sejamos fracos, não merecedores da capacidade que nos foi dada, de pensarmos, de falarmos, de agirmos e de ajudarmos uns aos outros. Nada disso foi o que pedimos, estamos destruindo a nós mesmo com esta ganância miserável, deveríamos a abrir os olhos e observar que não estamos lucrando nada, também estamos perdendo, não temos privilégios algum de nada nos vale esta busca pela dominação da espécie, nosso tempo aqui é curto, este desejo nos torna tão desumano e incapaz. Procuramos tanto a conquista que nos tornamos incapazes de conquistarmos nosso próprio coração.
Escuta o que tenho a dizer é como se estivesse pedindo-te gritando, entenda o que devemos fazer para nos tornamos iguais, sem esquecermos que esta luta é pelo mesmo objetivo.
Comece a mudar a si este teu pensamento, faça com que teu semelhante se sinta melhor, igual a te, ame o próximo com o ensinamento de Deus e entendo o quanto somos iguais, não faça do seu semelhante escravo.
Não vamos equivocarmos comece hoje mesmo a corrigir seus erros, recomece do zero, não se iguale a eles. Não podemos esperar mais agora que sabemos o que fazer. Meu mundo também é o seu faça agora a sua parte, não fique ai sentado... Nosso sonho se afasta na mesma proporção em que tentamos aproximar dele. O cansaço é inevitável, nos restara ainda esperança?
Outro dia preso ao pensamento de que chegaria o momento onde todos os homens seriam livremente iguais, percebi que o desafio ainda é maior. Precisamos ter uma visão mais apurada, atualizada e centralizada diante dos desafios, engajando-se nesta importante responsabilidade de construir um novo mundo, uma nova democracia.
Vivemos em um período que aponta para uma população separada por fatores gananciosos, ilusórios, vivendo em um país de excluídos. Entretanto não se esqueça da importância que temos como cidadãos. É neste esforço, como meio de cooperação de forma dominante, necessariamente coletiva que se é demonstrada a força do fraco com outro fraco é essencialmente poderosa, inabalável.

De forma imperceptível chegaram à conclusão que somos decisórios em nossa nação e nossos governantes começam a buscar e a criar planos em que nos possibilitam acesso a uma sociedade justa e igualitária. Em circunstância o maior desafio não será nos livras das armas em que nos prendiam, será nos adaptarmos a uma sociedade que nunca nos deu possibilidades, oportunidades para viabilizar nossos objetivos? Como iremos andar como nossos próprios pés se não nos ensinaram? Jamais seremos então libertos? É isso? O nosso condicionamento histórico, nossos gestores conseguiram, transformou-nos em completos ignorantes, debilóides. A falta de conhecimento nos tornou em inbencis. O objetivo deste livro é abri seus olhos mostrar as dependências deste cenário brasileiro, dos desafios que nos reflete. Devemos participar e criar planos que nos possibilitam uma infraestrutura e desenvolvimento social a caminho da erradicação da fome.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Livro Ainda Bem Sociedade ultimo Capitulo

O homem não se diz ser o inteligente? Ser o ser pensante? Demonstramo-nos incompetentes incapazes de governarmos a própria espécie, no final seremos meros culpados por tudo isso, pelo desgaste ao qual estamos sendo forçados a passarmos. Somos incríveis no tema de governarmos uns aos outros, almejamos sempre o poder e nesta busca incansável fazemos do nosso semelhante degrau e a cada novo passa decidimos que o passado não nos tem a mínima importância, o que será do futuro da nossa comunidade, da nossa nação? Somos seres incríveis por sermos considerados a espécie inteligentes do planeta e muitas vezes agirmos como a pior, não sabemos o que fazemos neste mundo por quais motivos estamos aqui, nem o que viermos fazer, com certeza nunca entenderemos, não me basta chorar mesmo quanto tudo parece claro, estamos procurando um meio de acabarmos com a nossa espécie como se isso fosse à solução, talvez serenos injustos com nosso semelhante nesta busca infligimos as leis naturais, somos homens incompetentes querendo cuidar do futuro que esta em nossas mãos vivenciamos tudo isso sem nos preocupar com quem esteve aqui antes de nós e com quem virá depois. Talvez não nos convidaram, por isso esta intenção de acabarmos com a festa a qual somos apenas meros invasores com o intuito de destruirmos tudo. Por varias vezes tivemos oportunidade de mudar, mas sempre ignoramos a situação em que vivem a maior parte da população, temos sido os principais culpados e ainda assim aceitamos tudo calado.
Destruindo e aniquilando o nosso semelhante e pensando em estarmos fazendo a coisa certa, nossa consciência se diz esta limpa, onde a ambição se faz presente alimentando a idéia de que precisamos ser melhor e nada fazermos para alcançarmos isso, já que o mundo é nosso, ou será de todos nós? Lembre-se que não somos o dono do mundo e que algum dia tudo isso será cobrado e, talvez não tenhamos de fazermos nada, absolutamente nada para salvarmos nossa nação e talvez para salvarmos a nós mesmo.
Somos a espécie ameaçada, estamos encurralados, estamos destruindo a nós mesmo de forma muito rápida, já não há mais amor entre os seres humanos, já não há. Não nos resta nada a fazermos e apesar de tudo continuamos a nos fraquejar a romper à corrente, desunido seremos frágeis e é isso que nossos governantes querem, não deveremos então abrir os nossos olhos? Vamos continuarmos com esta venda em nossos olhos? Veja que ponto chegou.
Somos a única espécie pensante, mas será que estamos pensando mesmo? Estamos destruindo a nossa espécie, nosso semelhante, talvez sejamos fracos, não merecedores da capacidade que nos foi dada, de pensarmos, de falarmos, de agirmos e de ajudarmos uns aos outros. Nada disso foi o que pedimos, estamos destruindo a nós mesmo com esta ganância miserável, deveríamos a abrir os olhos e observar que não estamos lucrando nada, também estamos perdendo, não temos privilégios algum de nada nos vale esta busca pela dominação da espécie, nosso tempo aqui é curto, este desejo nos torna tão desumano e incapaz. Procuramos tanto a conquista que nos tornamos incapazes de conquistarmos nosso próprio coração.
Escuta o que tenho a dizer é como se estivesse pedindo-te gritando, entenda o que devemos fazer para nos tornamos iguais, sem esquecermos que esta luta é pelo mesmo objetivo.
Comece a mudar a si este teu pensamento, faça com que teu semelhante se sinta melhor, igual a te, ame o próximo com o ensinamento de Deus e entendo o quanto somos iguais, não faça do seu semelhante escravo.
Não vamos equivocarmos comece hoje mesmo a corrigir seus erros, recomece do zero, não se iguale a eles. Não podemos esperar mais agora que sabemos o que fazer. Meu mundo também é o seu faça agora a sua parte, não fique ai sentado...


domingo, 9 de junho de 2013

A ganância do homem destrói a sua capacidade de governar.

MEU MEDO NÃO É DA MORTE, É DE NÃO SABER PARA ONDE IR QUANDO ELA ME ALCANÇAR.



A OPORTUNIDADE É UM BELO CAVALO QUE VEM CAVALGANDO EM SUA DIREÇÃO, ELE PARA E OLHA EM SEUS OLHOS. SE VOCÊ COM MEDO NÃO SELÁ-LO, ELE SEGUE DESESPERADAMENTE A PROCURA DE ALGUÉM QUE O FAÇA E NUNCA VOLTARÁ PARA TI NOVAMENTE.