terça-feira, 16 de julho de 2013
quarta-feira, 3 de julho de 2013
Raquel: Sexos, Drogas e Suas Consequências
I CAPITULO
Estou fazendo um esforço
muito grande para poder começar a contar tudo isso para você...
Bom eu penso que minha vida foi
um pouco complicada, minha mãe foi mãe solteira aos dezoito anos. Meu pai
nunca me ajudou em nada e eu só o conheci por que quando eu tinha onze anos na
quarta serie exigiram que pusessem o nome do pai na minha certidão. Então só
por este motivo eu o conheci.
Voltando um pouco ao passado,
quando eu tinha mais ou menos cinco anos, minha mãe engravidou da minha irmã
Érica que nasceu prematura com sete meses, com isso minha mãe foi morar com o
meu padrasto e levou-me para ir morar com eles.
As coisas não melhoram muito
e sempre que eu cometia algum erro a minha mãe ficava do lado dele e nunca do
meu. Depois da minha irmã ela teve gêmeos. Quanto eles já haviam crescidos um
pouco, já me humilhavam de um jeito que eu nem parecia irmã deles. Mandava-me
ir embora de casa quase todos os dias eu não podia fazer nada, não podia ter
amigos e sempre que saia para brincar com as minhas amigas na volta eu apanhava
muito. Ainda tinha que fazer as coisas dentro de casa; lavar roupas, fazer a
comida, café, limpar a casa e olhar os meus irmãos para minha mãe buscar
mangaba e caju. Quando ela chegava era eu quem tinha que ir vendar as mangabas e
os cajus na rua. Não imagina a vergonha, passar na rua com balde na cabeça e
todo mundo me olhando.
Meu padrasto me batia tanto
que às vezes nem conseguia chorar, só soluçar. Batia em de bainha de facão, às
vezes eu era acordada com uma surra e nem sabia o motivo por que estava
apanhando, talvez estivesse dormindo um pouco mais. Apanhava de sinto,
sandália, chicote, vara o que ele encontrava pela frente me batia, até na minha
mãe ele batia. Eu era muito pequena e não podia fazer muita coisa. Lembro-me
que teve um dia que ele chegou bêbado daí pegou minha mãe pelos cabelos deu um
soco tão forte que ela caiu no meio da rua e quando ela levantou para correr,
ele já esta em cima dela esmurrando-a. Se os vizinhos não o tiram ele iria
matá-la eu chorava muito, mas não podia fazer nada era apenas uma criança.
Eu ainda tinha um problema
muito serio e sempre fazia xixi na cama. Esteve um dia que ele pegou o colchão
colocou em minha cabeça, começou a me bater da porta de casa até chegar ao rio.
Lavei aquele colchão com um ódio tão grande que chegava dá um nó em minha
garganta que engolia o cuspe com uma dor danada. Meu coração chorava junto
comigo, meu corpo parecia que não iria para mais de tanto tremer. O pior é que
a minha mãe viu tudo e não disse uma só palavra.
Esteve um dia em que
derrubei uma jarra no chão sem querer, ele pegou, falei que tinha sido sem
querer. Ele nem quis saber, pegou a bainha de facão e me deu uma surra, fiquei
roxa e toda cortada e cheia de dor. Chegou um dia em que não agüentando mais
fui mostrar para minha avó.
Vovó se revoltou e levou-me
para ir morar com ela, todas as noites eu chorava por que sempre achava que a
minha mãe não me amava, via que ela tratava todos os meus irmãos com tanto
carinho, mais nunca se lembrou de mim, sempre me rejeitando. Ela nunca se
lembrava do meu aniversario e isso sempre me deixava mais triste, meu pai não
lembrava que eu existia, nunca se importou em perguntar se eu estava bem ou mau
nem nada.
Quando eu vim morar com a
minha avó tudo melhorou, sempre amei a minha avó, ela é a minha mãe, meu pai, é
tudo que mais preciso para viver.
Com o passar do tempo passei
a lembrar do meu passado e quando ia dormir, sempre acordava no meio da noite
com fortes pesadelos, acordava chorando. Comecei senti novamente um aperto
danado em meu coração. Algo estranho se apoderou de mim e dizia que era para eu
acabar com a minha vida, dizia que era a única saída de acabar com o meu
sofrimento era o suicido.
Fui pega minha prima na
escola daí passei no supermercado da praça para comprar o veneno, comprei
Raticida ao qual paguei dois reais.
Antes li todas as
instruções, vi que era muito perigoso, chorei bastante neste dia. Acabei
escrevendo uma mensagem que tenho ate hoje guardada em meu caderno. Ficava
pensando na minha família, nos meus amigos. Tomei banho me arrumei todinha para
ir ao Colégio. Então, tomei o veneno e joguei o copo fora para ninguém dos meus
familiares tocarem.
Fui para o colégio
normalmente como se não estivesse acontecendo nada, cheguei sem falar com
ninguém, neste dia sentei em uma cadeira no canto direito da sala. Abri meu
caderno, encostei a cabeça na parede. Derrepente comecei senti mal. Fiquei mais
desesperada ainda quando minhas amigas ficaram sabendo e começaram a passarem
mal também, por minha culpa. Logo a noticia se espalhou e o colégio inteira já
sabia da noticia. Vinham todos para cima de mim perguntando o porquê eu havia
feito aquilo? Isso só piorou minha situação. Comecei a ficar inchada, meu corpo
ficou vermelho, minha boca começou a sagrar. Levaram-me ao hospital, cheguei lá
desmaiada. Quando acordei estavam
fazendo lavagem estomacal em mim. Nossa era muito ruim e doía muito. Fiquei uma
semana internada.
Quando fui para casa e saia
na rua todo mundo fica me olhando e fazendo chacota da minha cara, ficam me
vendo como se eu fosse de outro mundo. Então pude perceber quem era meus amigos
de verdade neste momento.
Comecei a fazer tratamentos
com a psicóloga e a psiquiatra, pois delirava muito e achar que todas as
pessoas que tentavam suicidar como eu depois de mortas vinham falar comigo,
para mim era real, mas a psicóloga e a psiquiatra disseram-me que tudo aquilo
era coisa da minha mente. Comecei a tomar remédios para consegui dormi e para
me controlar quando começasse a delirar e a ficar nervosa, caso contrario
quebrava tudo em minha frente.
Tomei remédios durante um
ano. Parei, mesmo assim ainda hoje sinto dores fortes no estomago às vezes no
coração, sinto pontadas na cabeça tão fortes que choro, tenho também sintomas
de gastrite.
Se eu pudesse voltar ao
tempo e arrumar tudo eu juro que não teria feito isso, tenho certeza que todos
que já tentaram isso no mundo e não estiveram êxito se arrependeram tanto
quanto eu.
Não gosto de ficar
relembrando desta historia, por que é sofre duas vezes. Sinto muita dor de cabeça.
quinta-feira, 27 de junho de 2013
APRESENTAÇÃO
Em
Ainda Bem Sociedade, falo com o coração não são meras palavras são sentimentos
transcritos ao papel com amor, carinho e ódio. Ódio este preso em minha
garganta aliviada aqui. Sentimento que o leito entendera ao entrar em contato
com este livro. Talvez não seja uma obra prima, mas seus ensinamentos poderão
servi-los como aprendizagem.
Estou
ciente que não mudarei o mundo, esta também não é a minha ideia Sou uma
minúscula partícula quando o assunto é mundo. O tempo é o senhor da das coisas,
dá ao cidadão conhecimento e esperança. O tempo operou em favor de grandes
homens que viveram no passado e ainda hoje aprendemos com os mesmo. Não é que a
nossa sociedade não evoluiu, não é isso. Nossos governantes são os que ainda
pensam e governam como se estivéssemos vivenciando épocas passadas. O futuro
renovou trazendo consigo pessoas livres de mãos e pensamentos. Indagamos,
sugerimos e corremos atrás de condições humanas melhores.
Nossa
raça. Tão inteligente. Por intermédio da ganância subestimam o semelhante o
poder subiu suas mentes. Maldito seja o capitalismo. Maldito seja o homem por
não saber liderar! Já esperei de mais confiei de mais. Meus antepassados
sofreram e ainda hoje trago como herança marcas de chibatadas. A princesa
Izabel deu-me alforria, liberdade sem terras para cultivar. Não nos deram
perspectiva de vida alguma, como sobrevivi até então? De cotas. De apenas
cotas...
domingo, 16 de junho de 2013
Texto Extraído do Livro Ainda Bem Sociedade (José Leopoldo)
O
homem não se diz ser o inteligente? Ser o ser pensante? Demonstramo-nos incompetentes
incapazes de governarmos a própria espécie, no final seremos meros culpados por
tudo isso, pelo desgaste ao qual estamos sendo forçados a passarmos. Somos
incríveis no tema de governarmos uns aos outros, almejamos sempre o poder e
nesta busca incansável fazemos do nosso semelhante degrau e a cada novo passa decidimos
que o passado não nos tem a mínima importância, o que será do futuro da nossa
comunidade, da nossa nação? Somos seres incríveis por sermos considerados a
espécie inteligentes do planeta e muitas vezes agirmos como a pior, não sabemos
o que fazemos neste mundo por quais motivos estamos aqui, nem o que viermos
fazer, com certeza nunca entenderemos, não me basta chorar mesmo quanto tudo
parece claro, estamos procurando um meio de acabarmos com a nossa espécie como
se isso fosse à solução, talvez serenos injustos com nosso semelhante nesta
busca infligimos as leis naturais, somos homens incompetentes querendo cuidar do
futuro que esta em nossas mãos vivenciamos tudo isso sem nos preocupar com quem
esteve aqui antes de nós e com quem virá depois. Talvez não nos convidaram, por
isso esta intenção de acabarmos com a festa a qual somos apenas meros invasores
com o intuito de destruirmos tudo. Por varias vezes tivemos oportunidade de
mudar, mas sempre ignoramos a situação em que vivem a maior parte da população,
temos sido os principais culpados e ainda assim aceitamos tudo calado.
Destruindo
e aniquilando o nosso semelhante e pensando em estarmos fazendo a coisa certa,
nossa consciência se diz esta limpa, onde a ambição se faz presente alimentando
a idéia de que precisamos ser melhor e nada fazermos para alcançarmos isso, já
que o mundo é nosso, ou será de todos nós? Lembre-se que não somos o dono do
mundo e que algum dia tudo isso será cobrado e, talvez não tenhamos de fazermos
nada, absolutamente nada para salvarmos nossa nação e talvez para salvarmos a nós
mesmo.
Somos
a espécie ameaçada, estamos encurralados, estamos destruindo a nós mesmo de
forma muito rápida, já não há mais amor entre os seres humanos, já não há. Não
nos resta nada a fazermos e apesar de tudo continuamos a nos fraquejar a romper
à corrente, desunido seremos frágeis e é isso que nossos governantes querem,
não deveremos então abrir os nossos olhos? Vamos continuarmos com esta venda em
nossos olhos? Veja que ponto chegou.
Somos
a única espécie pensante, mas será que estamos pensando mesmo? Estamos
destruindo a nossa espécie, nosso semelhante, talvez sejamos fracos, não
merecedores da capacidade que nos foi dada, de pensarmos, de falarmos, de agirmos
e de ajudarmos uns aos outros. Nada disso foi o que pedimos, estamos destruindo
a nós mesmo com esta ganância miserável, deveríamos a abrir os olhos e observar
que não estamos lucrando nada, também estamos perdendo, não temos privilégios
algum de nada nos vale esta busca pela dominação da espécie, nosso tempo aqui é
curto, este desejo nos torna tão desumano e incapaz. Procuramos tanto a
conquista que nos tornamos incapazes de conquistarmos nosso próprio coração.
Escuta
o que tenho a dizer é como se estivesse pedindo-te gritando, entenda o que
devemos fazer para nos tornamos iguais, sem esquecermos que esta luta é pelo
mesmo objetivo.
Comece
a mudar a si este teu pensamento, faça com que teu semelhante se sinta melhor,
igual a te, ame o próximo com o ensinamento de Deus e entendo o quanto somos
iguais, não faça do seu semelhante escravo.
Não
vamos equivocarmos comece hoje mesmo a corrigir seus erros, recomece do zero,
não se iguale a eles. Não podemos esperar mais agora que sabemos o que fazer.
Meu mundo também é o seu faça agora a sua parte, não fique ai sentado... Nosso
sonho se afasta na mesma proporção em que tentamos aproximar dele. O cansaço é
inevitável, nos restara ainda esperança?
Outro
dia preso ao pensamento de que chegaria o momento onde todos os homens seriam
livremente iguais, percebi que o desafio ainda é maior. Precisamos ter uma
visão mais apurada, atualizada e centralizada diante dos desafios, engajando-se
nesta importante responsabilidade de construir um novo mundo, uma nova
democracia.
Vivemos
em um período que aponta para uma população separada por fatores gananciosos,
ilusórios, vivendo em um país de excluídos. Entretanto não se esqueça da
importância que temos como cidadãos. É neste esforço, como meio de cooperação
de forma dominante, necessariamente coletiva que se é demonstrada a força do
fraco com outro fraco é essencialmente poderosa, inabalável.
De
forma imperceptível chegaram à conclusão que somos decisórios em nossa nação e
nossos governantes começam a buscar e a criar planos em que nos possibilitam
acesso a uma sociedade justa e igualitária. Em circunstância o maior desafio
não será nos livras das armas em que nos prendiam, será nos adaptarmos a uma
sociedade que nunca nos deu possibilidades, oportunidades para viabilizar
nossos objetivos? Como iremos andar como nossos próprios pés se não nos
ensinaram? Jamais seremos então libertos? É isso? O nosso condicionamento
histórico, nossos gestores conseguiram, transformou-nos em completos
ignorantes, debilóides. A falta de conhecimento nos tornou em inbencis. O
objetivo deste livro é abri seus olhos mostrar as dependências deste cenário
brasileiro, dos desafios que nos reflete. Devemos participar e criar planos que
nos possibilitam uma infraestrutura e desenvolvimento social a caminho da
erradicação da fome.
segunda-feira, 10 de junho de 2013
Livro Ainda Bem Sociedade ultimo Capitulo
O
homem não se diz ser o inteligente? Ser o ser pensante? Demonstramo-nos incompetentes
incapazes de governarmos a própria espécie, no final seremos meros culpados por
tudo isso, pelo desgaste ao qual estamos sendo forçados a passarmos. Somos
incríveis no tema de governarmos uns aos outros, almejamos sempre o poder e
nesta busca incansável fazemos do nosso semelhante degrau e a cada novo passa
decidimos que o passado não nos tem a mínima importância, o que será do futuro
da nossa comunidade, da nossa nação? Somos seres incríveis por sermos
considerados a espécie inteligentes do planeta e muitas vezes agirmos como a
pior, não sabemos o que fazemos neste mundo por quais motivos estamos aqui, nem
o que viermos fazer, com certeza nunca entenderemos, não me basta chorar mesmo
quanto tudo parece claro, estamos procurando um meio de acabarmos com a nossa
espécie como se isso fosse à solução, talvez serenos injustos com nosso
semelhante nesta busca infligimos as leis naturais, somos homens incompetentes
querendo cuidar do futuro que esta em nossas mãos vivenciamos tudo isso sem nos
preocupar com quem esteve aqui antes de nós e com quem virá depois. Talvez não
nos convidaram, por isso esta intenção de acabarmos com a festa a qual somos
apenas meros invasores com o intuito de destruirmos tudo. Por varias vezes
tivemos oportunidade de mudar, mas sempre ignoramos a situação em que vivem a
maior parte da população, temos sido os principais culpados e ainda assim
aceitamos tudo calado.
Destruindo
e aniquilando o nosso semelhante e pensando em estarmos fazendo a coisa certa,
nossa consciência se diz esta limpa, onde a ambição se faz presente alimentando
a idéia de que precisamos ser melhor e nada fazermos para alcançarmos isso, já
que o mundo é nosso, ou será de todos nós? Lembre-se que não somos o dono do
mundo e que algum dia tudo isso será cobrado e, talvez não tenhamos de fazermos
nada, absolutamente nada para salvarmos nossa nação e talvez para salvarmos a nós
mesmo.
Somos
a espécie ameaçada, estamos encurralados, estamos destruindo a nós mesmo de
forma muito rápida, já não há mais amor entre os seres humanos, já não há. Não
nos resta nada a fazermos e apesar de tudo continuamos a nos fraquejar a romper
à corrente, desunido seremos frágeis e é isso que nossos governantes querem,
não deveremos então abrir os nossos olhos? Vamos continuarmos com esta venda em
nossos olhos? Veja que ponto chegou.
Somos
a única espécie pensante, mas será que estamos pensando mesmo? Estamos
destruindo a nossa espécie, nosso semelhante, talvez sejamos fracos, não
merecedores da capacidade que nos foi dada, de pensarmos, de falarmos, de agirmos
e de ajudarmos uns aos outros. Nada disso foi o que pedimos, estamos destruindo
a nós mesmo com esta ganância miserável, deveríamos a abrir os olhos e observar
que não estamos lucrando nada, também estamos perdendo, não temos privilégios
algum de nada nos vale esta busca pela dominação da espécie, nosso tempo aqui é
curto, este desejo nos torna tão desumano e incapaz. Procuramos tanto a
conquista que nos tornamos incapazes de conquistarmos nosso próprio coração.
Escuta
o que tenho a dizer é como se estivesse pedindo-te gritando, entenda o que
devemos fazer para nos tornamos iguais, sem esquecermos que esta luta é pelo
mesmo objetivo.
Comece
a mudar a si este teu pensamento, faça com que teu semelhante se sinta melhor,
igual a te, ame o próximo com o ensinamento de Deus e entendo o quanto somos
iguais, não faça do seu semelhante escravo.
Não
vamos equivocarmos comece hoje mesmo a corrigir seus erros, recomece do zero,
não se iguale a eles. Não podemos esperar mais agora que sabemos o que fazer.
Meu mundo também é o seu faça agora a sua parte, não fique ai sentado...
domingo, 9 de junho de 2013
A ganância do homem destrói a sua capacidade de governar.
MEU MEDO NÃO É DA MORTE, É DE NÃO SABER PARA ONDE IR QUANDO ELA ME ALCANÇAR.
A OPORTUNIDADE É UM BELO CAVALO QUE VEM CAVALGANDO EM SUA DIREÇÃO, ELE PARA E OLHA EM SEUS OLHOS. SE VOCÊ COM MEDO NÃO SELÁ-LO, ELE SEGUE DESESPERADAMENTE A PROCURA DE ALGUÉM QUE O FAÇA E NUNCA VOLTARÁ PARA TI NOVAMENTE.
MEU MEDO NÃO É DA MORTE, É DE NÃO SABER PARA ONDE IR QUANDO ELA ME ALCANÇAR.
A OPORTUNIDADE É UM BELO CAVALO QUE VEM CAVALGANDO EM SUA DIREÇÃO, ELE PARA E OLHA EM SEUS OLHOS. SE VOCÊ COM MEDO NÃO SELÁ-LO, ELE SEGUE DESESPERADAMENTE A PROCURA DE ALGUÉM QUE O FAÇA E NUNCA VOLTARÁ PARA TI NOVAMENTE.
quarta-feira, 29 de maio de 2013
PROMOÇÃO
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