O
homem não se diz ser o inteligente? Ser o ser pensante? Demonstramo-nos incompetentes
incapazes de governarmos a própria espécie, no final seremos meros culpados por
tudo isso, pelo desgaste ao qual estamos sendo forçados a passarmos. Somos
incríveis no tema de governarmos uns aos outros, almejamos sempre o poder e
nesta busca incansável fazemos do nosso semelhante degrau e a cada novo passa decidimos
que o passado não nos tem a mínima importância, o que será do futuro da nossa
comunidade, da nossa nação? Somos seres incríveis por sermos considerados a
espécie inteligentes do planeta e muitas vezes agirmos como a pior, não sabemos
o que fazemos neste mundo por quais motivos estamos aqui, nem o que viermos
fazer, com certeza nunca entenderemos, não me basta chorar mesmo quanto tudo
parece claro, estamos procurando um meio de acabarmos com a nossa espécie como
se isso fosse à solução, talvez serenos injustos com nosso semelhante nesta
busca infligimos as leis naturais, somos homens incompetentes querendo cuidar do
futuro que esta em nossas mãos vivenciamos tudo isso sem nos preocupar com quem
esteve aqui antes de nós e com quem virá depois. Talvez não nos convidaram, por
isso esta intenção de acabarmos com a festa a qual somos apenas meros invasores
com o intuito de destruirmos tudo. Por varias vezes tivemos oportunidade de
mudar, mas sempre ignoramos a situação em que vivem a maior parte da população,
temos sido os principais culpados e ainda assim aceitamos tudo calado.
Destruindo
e aniquilando o nosso semelhante e pensando em estarmos fazendo a coisa certa,
nossa consciência se diz esta limpa, onde a ambição se faz presente alimentando
a idéia de que precisamos ser melhor e nada fazermos para alcançarmos isso, já
que o mundo é nosso, ou será de todos nós? Lembre-se que não somos o dono do
mundo e que algum dia tudo isso será cobrado e, talvez não tenhamos de fazermos
nada, absolutamente nada para salvarmos nossa nação e talvez para salvarmos a nós
mesmo.
Somos
a espécie ameaçada, estamos encurralados, estamos destruindo a nós mesmo de
forma muito rápida, já não há mais amor entre os seres humanos, já não há. Não
nos resta nada a fazermos e apesar de tudo continuamos a nos fraquejar a romper
à corrente, desunido seremos frágeis e é isso que nossos governantes querem,
não deveremos então abrir os nossos olhos? Vamos continuarmos com esta venda em
nossos olhos? Veja que ponto chegou.
Somos
a única espécie pensante, mas será que estamos pensando mesmo? Estamos
destruindo a nossa espécie, nosso semelhante, talvez sejamos fracos, não
merecedores da capacidade que nos foi dada, de pensarmos, de falarmos, de agirmos
e de ajudarmos uns aos outros. Nada disso foi o que pedimos, estamos destruindo
a nós mesmo com esta ganância miserável, deveríamos a abrir os olhos e observar
que não estamos lucrando nada, também estamos perdendo, não temos privilégios
algum de nada nos vale esta busca pela dominação da espécie, nosso tempo aqui é
curto, este desejo nos torna tão desumano e incapaz. Procuramos tanto a
conquista que nos tornamos incapazes de conquistarmos nosso próprio coração.
Escuta
o que tenho a dizer é como se estivesse pedindo-te gritando, entenda o que
devemos fazer para nos tornamos iguais, sem esquecermos que esta luta é pelo
mesmo objetivo.
Comece
a mudar a si este teu pensamento, faça com que teu semelhante se sinta melhor,
igual a te, ame o próximo com o ensinamento de Deus e entendo o quanto somos
iguais, não faça do seu semelhante escravo.
Não
vamos equivocarmos comece hoje mesmo a corrigir seus erros, recomece do zero,
não se iguale a eles. Não podemos esperar mais agora que sabemos o que fazer.
Meu mundo também é o seu faça agora a sua parte, não fique ai sentado... Nosso
sonho se afasta na mesma proporção em que tentamos aproximar dele. O cansaço é
inevitável, nos restara ainda esperança?
Outro
dia preso ao pensamento de que chegaria o momento onde todos os homens seriam
livremente iguais, percebi que o desafio ainda é maior. Precisamos ter uma
visão mais apurada, atualizada e centralizada diante dos desafios, engajando-se
nesta importante responsabilidade de construir um novo mundo, uma nova
democracia.
Vivemos
em um período que aponta para uma população separada por fatores gananciosos,
ilusórios, vivendo em um país de excluídos. Entretanto não se esqueça da
importância que temos como cidadãos. É neste esforço, como meio de cooperação
de forma dominante, necessariamente coletiva que se é demonstrada a força do
fraco com outro fraco é essencialmente poderosa, inabalável.
De
forma imperceptível chegaram à conclusão que somos decisórios em nossa nação e
nossos governantes começam a buscar e a criar planos em que nos possibilitam
acesso a uma sociedade justa e igualitária. Em circunstância o maior desafio
não será nos livras das armas em que nos prendiam, será nos adaptarmos a uma
sociedade que nunca nos deu possibilidades, oportunidades para viabilizar
nossos objetivos? Como iremos andar como nossos próprios pés se não nos
ensinaram? Jamais seremos então libertos? É isso? O nosso condicionamento
histórico, nossos gestores conseguiram, transformou-nos em completos
ignorantes, debilóides. A falta de conhecimento nos tornou em inbencis. O
objetivo deste livro é abri seus olhos mostrar as dependências deste cenário
brasileiro, dos desafios que nos reflete. Devemos participar e criar planos que
nos possibilitam uma infraestrutura e desenvolvimento social a caminho da
erradicação da fome.







